Filha de trabalhadores rurais, criada em Brasilândia, Jacqueline construiu uma trajetória de mais de 29 anos no agronegócio. Hoje, ela é consultora em desenvolvimento de pessoas, atuando em 14 estados brasileiros.
Em entrevista, ela compartilha sua história de orgulho de suas raízes, superação e esperança:
“Ser uma mulher preta, para mim, é ter orgulho das minhas raízes. Nunca permiti que a cor da minha pele definisse até onde eu poderia chegar.”
Para outras mulheres negras, ela deixa uma mensagem:
“Invistam em conhecimento, em preparo e em valores. A nossa história importa, mas ela não precisa limitar o nosso futuro. Quando uma mulher cresce, ela abre espaço para que outras cresçam junto.”
E à menina que um dia foi, ela diria:
“A simplicidade da origem nunca impediu ninguém de construir uma história extraordinária.”
Julho das Pretas: memória, resistência, celebração e luta!
