O QUE SERÁ QUE ACONTECE COM OS MÉDICOS QUE ATESTARAM QUE HELENA TINHA SIDO ABUS@DA, LEVANDO AS IMAGENS DOS HOMENS PARA TODO O BRASIL ?

A divergência entre o laudo hospitalar e o resultado da Perícia Forense do Ceará (Pefoce) no caso da bebê Helena tem uma explicação técnica. Quando Helena deu entrada no hospital, a equipe médica levantou suspeita de violência sexual com base nos sinais clínicos observados no atendimento de emergência — informação que motivou as prisões em flagrante de dois suspeitos. Já os peritos da Pefoce, após exame cadavérico especializado, descartaram qualquer violência sexual e apontaram asfixia mecânica indireta como causa da morte, reclassificando o caso para homicídio culposo.

Para entender por que as conclusões foram diferentes, o Bacci Notícias ouviu o médico-legista Zeno Morrone Junior — que não é o perito responsável pelo caso e falou sobre o assunto a partir de sua experiência profissional e do conhecimento técnico da área. Segundo ele, esse tipo de divergência entre hospital e IML não é incomum na medicina forense: “Já vi o legista não encontrar nada e o médico do hospital encontrar.

Também já vi médico do hospital falar besteira e o legista dizer que não havia aquilo”, afirmou. Morrone Junior explicou ainda que o laudo pericial tende a ter maior peso justamente por ser produzido por especialistas em exames cadavéricos, e que a asfixia mecânica indireta pode ocorrer quando um bebê fica com o rosto pressionado contra um colchão ou travesseiro sem ter força para se mover.

Depois dos acusados serem inocentados, as grandes mídias não falaram sobre esse assunto. Em que transformaram a vida deles

Bacci Notícias

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