Em grave crise financeira, os Correios correm para levantar R$ 10 bilhões em 15 dias, buscando equilibrar as contas e recuperar a capacidade operacional. A estatal negocia um empréstimo com garantia da União, esperado para até o fim do mês.
Enquanto busca os recursos urgentes, a empresa planeja medidas de corte, incluindo o fechamento de 700 agências e um plano de demissão voluntária para 10 mil funcionários, ações que também demandam custos.
