De acordo com a coluna Na Mira, do Metrópoles, o criador de conteúdo digital teria uma rede de contatos para captar crianças em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Então, eles as exploravam em um “contexto de exploração sexual, trabalho análogo à escravidão ou outras formas de servidão”.
Aliás, o Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) da Secretaria Nacional de Segurança Pública atuou através de mapeamento, análises e cruzamento de dados nas investigações do caso. O Gaeco, o Ministério Público do Trabalho, as Polícias Civis da Paraíba e de São Paulo e a PRF também colaboraram de forma conjunta.
Hytalo Santos e Israel Nata Vicente estão presos desde a última sexta-feira (15). Aliás, eles lidam com acusações de tráfico de pessoas, exploração sexual de adolescentes, trabalho infantil artístico irregular e lavagem de dinheiro.
Justiça mantém prisão de Hytalo Santos e marido
A Justiça de São Paulo decidiu pela manutenção da prisão do influenciador digital Hytalo Santos e do seu marido, Israel Nata Vicente – conhecido como Euro -, após audiência de custódia neste sábado, 16, em Carapicuíba.
Hytalo e Euro são acusados pelo Ministério Público da Paraíba e pelo Ministério Público do Trabalho de praticarem crimes de tráfico de pessoas e exploração sexual infantil a partir de conteúdos produzidos nas redes sociais. Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara da Comarca de Bayeux, na Paraíba. A defesa alega Inocência.
Metrópoles
