Apesar da seriedade de uma denúncia que aponta indícios de “rachadinha” e funcionários “fantasmas” em seu gabinete, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), escolheu o silêncio.
As acusações, que ganharam destaque no portal Metrópoles, trouxeram à tona a atuação da chefe de gabinete do parlamentar, que teria procuração para movimentar as contas de dez funcionários.
O caso, que segue sob investigação do Tribunal de Contas da União (TCU), levanta um questionamento ainda maior: por que o tema não ganha a repercussão que merece?
Ao ser questionado pela imprensa, o deputado simplesmente não se pronunciou, preferindo manter silêncio sobre as acusações. A postura de Motta contrasta com a gravidade das investigações, que sugerem um uso irregular de verbas públicas.
”A notícia, embora replicada, não recebeu a devida atenção. O caso é grave, e a falta de transparência sobre o tema mostra a tentativa de blindagem que já virou um comportamento cultural”, avalia Ricardo Noblat
Metrópoles
