A vitória de Abelardo de la Espriella na eleição presidencial da Colômbia deu à direita a superioridade sobre a esquerda nos governos dos países da América do Sul.
Contexto: Abelardo de la Espriella, candidato considerado de extrema direita, foi declarado vencedor da eleição para presidente da Colômbia neste domingo (21), segundo apuração preliminar. Em uma votação apertada, o direitista foi eleito com 49,66% dos votos, contra 48,7% do esquerdista Iván Cepeda —uma margem de apenas 250 mil votos. O resultado final será divulgado nos próximos dias após apuração de todos os votos, em processo chamado “escrutínio”.
A vitória marcou não apenas uma virada ideológica na Colômbia —já que o candidato do presidente esquerdista Gustavo Petro foi derrotado—, mas também uma consolidação do avanço da direita no continente, que saiu vitoriosa nas últimas três eleições presidenciais:
Abelardo de la Espriella na Colômbia, em junho de 2026;
José Antônio Kast no Chile, em dezembro de 2025;
Rodrigo Paz na Bolívia, em outubro de 2025.
O Peru aparece em cinza no mapa acima porque sua eleição se encontra no final da apuração, que já dura duas semanas. Apesar disso, ele é considerado o 7º país governado pela direita porque o governo que está deixando o poder é de Dina Baluarte, de direita, e a candidata direitista Keiko Fujimori está com 50,111% dos votos, 41 mil à frente do esquerdista Roberto Sánchez, com mais de 99,6% das urnas apuradas. Ou seja, a tendência política vai se manter.
G1

