UMA ELEIÇÃO PARA DECIDIR O MENOS PIOR ?

Flávio Bolsonaro é cabra marcado para perder; será preciso que ocorra algo na campanha de Lula para que o filho de Jair reverta o jogo e consiga vencer a eleição presidencial.

A menos de três meses do primeiro turno, os números da pesquisa Genial/Quaest são inclementes para Flávio: o candidato bolsonarista.

No segundo turno, o chefão petista ampliou a sua vantagem em relação à pesquisa anterior e está 8 pontos percentuais à frente de Flávio (45% a 37% das intenções de voto).

Em condições normais, um candidato com taxa de 50% de rejeição, como Lula tem agora, jamais seria eleito. Mas 57% dos eleitores repudiam Flávio, um aumento de 5 pontos percentuais em relação a abril. No mesmo período, o chefão petista viu a sua rejeição encolher os mesmos 5 pontos.

A disputa é sobre quem é alvo de menos repulsa, outra conquista da pujante democracia brasileira.

Tarifas americanas, Dark Horse, Michelle: o filho de Jair vem sendo sucessivamente abalroado pelas suas imensas qualidades, bem como por aquelas da sua família.

Jacques Wagner: prejudica Lula, mas não a ponto de fazer diferença até o momento. Os brasileiros se resignaram à corrupção petista.

Como não poderia deixar de ser, em um país de gente endividada, o programa Desenrola 2.0 deu um empurrão em Lula. De acordo com pesquisa, para 35% dos entrevistados, ajudou a aumentar a renda.

Clássico nacional, ninguém parece se dar conta de que a causa do endividamento é, principalmente, o próprio governo com seus gastos pantagruélicos.

🤳 Carla Sena/ Arte Metrópoles

#colunamariosabino

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