MÃE ATRIBUI MORTE DO FILHO AO VÍCIO EM APOSTAS, DIZ QUE JOVEM PASSAVA NOITES EM CLARO APOSTANDO

Antes de as apostas on-line passarem a fazer parte da rotina, Rafael Borges Amaral acordava às 5h para trabalhar em um lava a jato e só voltava para casa à noite. Segundo a mãe dele, a professora Vânia de Souza Borges, com o passar do tempo as noites de descanso foram substituídas por horas diante do celular fazendo apostas.

A preocupação da família, segundo a professora, não era apenas com o dinheiro perdido nas plataformas de apostas, mas também com o desgaste físico e emocional. Ela relata que Rafael passou a dormir menos, e o comportamento dele começou a mudar.

De acordo com a mãe, Rafael sempre foi conhecido por ser muito responsável no trabalho. Por isso, ela percebeu que algo estava errado quando ele começou a faltar ao serviço com frequência.

Ainda de acordo com a família, Rafael chegou a vender uma motocicleta seminova avaliada em R$ 8 mil e passou a esconder da família a gravidade da dependência.

Pouco antes de morrer, Rafael havia enviado um áudio a um amigo dizendo que já não conseguia controlar o vício em apostas on-line, além de relatar as recorrentes perdas financeiras.

G1

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