Aos 48 anos, Roginea Batista da Silva, mãe de dois filhos, carrega uma trajetória marcada pela fé, pela coragem e pelo orgulho de suas raízes. Sua história é construída por desafios, superações e pela certeza de que cada passo dado também abre caminhos para outras mulheres negras.
Para Roginea, ser uma mulher preta é viver diariamente com coragem, transformando as dificuldades em força e escolhendo seguir de cabeça erguida. É honrar a ancestralidade, valorizar a própria identidade e acreditar que nenhuma mulher deve duvidar do seu valor ou dos seus sonhos.
Neste Julho das Pretas, ela deixa uma mensagem de esperança e incentivo para todas as mulheres negras:
“Nunca duvidem de quem vocês são. Não tenham medo de ocupar espaços, de estudar, de liderar, de empreender e de sonhar grande. A nossa cor faz parte da nossa beleza, da nossa identidade e da nossa história.”
Movida pela fé em Deus e pelo desejo de construir um futuro melhor para seus filhos e para as próximas gerações, Roginea acredita que o maior legado que pode deixar é mostrar que viver com dignidade, amar suas raízes e levantar outras mulheres também é uma forma de resistência.
Julho das Pretas é tempo de celebrar histórias que inspiram, fortalecem e reafirmam a importância da representatividade, da identidade e da valorização das mulheres negras em nossa sociedade.
