As eleições gerais de outubro já movimentam partidos dos 26 estados e do Distrito Federal na construção de chapas para os governos estaduais e o Senado Federal. Em São Paulo, já são quatro pré-candidatos ao governo.
Os nomes serão oficializados nas convenções partidárias, que serão realizadas entre 20 de junho e 5 de agosto, conforme calendário estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), No entanto, partidos e pré-candidatos já podem buscar recursos e divulgar propostas.
Neste ano, além de eleger presidente, governador, deputado federal e deputado estadual, cada eleitor vai votar em dois candidatos ao Senado.
O atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), concorrerá à reeleição, com Felício Ramuth (PSD) como vice. Ele integra a chapa da direita, com Flávio Bolsonaro (PL) na disputa à Presidência da República.
O principal adversário de Tarcísio será Fernando Haddad (PT), ex-ministro da Fazenda, que segue com a vice indefinida. A coligação da esquerda é liderada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Os outros nomes, que correm por fora na eleição à gestão estadual, são: o ex-prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), e o deputado federal Kim Kataguiri (Missão). Os dois, no entanto, discutem uma possível aliança.
O que pré-candidatos podem fazer
Na fase da pré-campanha eleitoral, os cotados podem mencionar a possível candidatura, divulgar propostas em entrevistas, debates e também nas redes sociais, além de participar de eventos partidários fechados.
Também estão autorizados a pedir apoio político (sem pedido de voto), fazer viagens políticas pelo estado e participar de encontros com setores econômicos, sociais e com lideranças locais.
Metrópoles
